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Esporte Clube XV de Novembro
| 13-04-2010 00:00:00
História
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CAMPEÃO DO PARANÁ 

A história  do Esporte Clube XV de Novembro não visa essencialmente relatar títulos, mas sim apresentar as origens da formação e notadamente demonstrar acontecimentos marcantes

 

Com influência teórica relativa e até subsidiária, que decorreu a existência ou até mesmo o falecimento da Constec  Futebol Clube e da Associação Atlética Atubense, e mesmo sem estabelecer qualquer dissidência ou qualquer espécie de concorrência com aqueles, nasceu o Esporte Clube XV de Novembro, fundado em 15 de março de 1979 no bairro do Atuba,  Município de Colombo, Região Metropolitana de Curitiba – PR - Brasil, por um grupo de adolescentes que tinham idades que variavam entre 17 e 22 anos e que, na sua maioria, eram descendentes de antigos desportistas da região do Atuba

 

A própria existência continuada e ininterrupta do Esporte Clube XV de Novembro, como corolário, acabou absorvendo e anexando para si, todo o corpo diretivo, estrutura patrimonial, atraindo integralmente todos os aficcionados e simpatizantes, bem como absorvendo a própria composição desportiva, comunitária, política e histórica de todos os clubes avulsos ou não, que o antecederam (a saber: Tupinambá FC, CA Príncipe Negro, AA Atubense, AA Amadora, Paraná EC, Constec FC)  na região do Atuba, município de Colombo. De tal sorte, a própria base da formação definitiva e consolidada pelos originais fundadores, se remete aos primórdios do ano de 1967-1968, quando formadores embrionários fincaram o pé na lama e no lodo, para construção da própria história futebolística do grande Atuba.

 

A data oficial da fundação, contudo, foi uma convenção estabelecida pelos fundadores, apenas por coincidir aproximadamente com a data da marcação  e realização do primeira competição disputada pelo clube (Torneio Coronel Paredes de Futebol de Salão) e por coincidir também, com a data em que foi marcada a primeira partida da associação, que se realizou no dia 14.06.1979 , na cidade de São Francisco do Sul - SC. 

 

O nascimento do futebol e da associação forte e consolidada contudo, origina-se nos primórdios de 1967-1968, cujo embrião serviu para que em meados de 1978 e 1979, um grupo de adolescentes, descendentes de desportistas atubenses, tinham o hábito de se encontrar aos finais de tarde (quando vinham do trabalho ou do colégio) na esquina localizada entre as ruas Ludovico Kindinger e Abel Scuissiato no bairro do Atuba, em Colombo – PR, em frente ao antigo Supermercado Bacacheri. O grupo de amigos habituou-se a passar e parar naquele local, apenas para “bate-papos” sempre antes de rumarem para suas casas e mesmo aos finais de semana, acabaram tornando aquele local um ponto-de-encontro. Os jovens então, passaram a chamar aquele local de “Quinze”, numa comparação feita por Paulo Cesar Alexandre (Paulinho - um dos amigos) com as várias “rodinhas” de bate papos que existem na famosa Boca Maldita, que de certa forma se localiza na Rua XV de Novembro, na capital do Estado. O apelido do local, não custou a “pegar” e virou regra entre os amigos. Assim o grupo acabou ficando conhecido como “A Turma da Quinze”.

 

 
  
Aspecto da Rua Abel Scuissiato esquina com Ludovico Kindinger, em 2008 - ´A Quinze`
 
 

Na verdade, os fundadores do EC XV de Novembro, na sua quase totalidade eram apenas jogadores da antiga Constec FC e em sequência na AA Atubense, clubes amadores existentes no bairro do Atuba, que disputavam a antiga Liga de Futebol dos Minérios. Estes acabaram formando um time de futebol de salão, que chamaram de “A Turma da Quinze” e reservando horário, passaram a atuar semanalmente na quadra do atual Colégio Eni Caldeira, no bairro Tingui em Curitiba – PR

 

A ORIGEM DO NOME "XV DE NOVEMBRO"

 

O nome XV de Novembro nada tem em comum com outros clubes do Brasil chamados XV de Novembro, ou mesmo qualquer homenagem ao dia da Proclamação da República. Ainda muitos acreditam que a fundação do clube tenha se dado no dia 15 de novembro. Nenhuma relação tem com a data e tampouco qualquer homenagem.

 

O nome XV de Novembro, surgiu meio que por acaso. Em meados do mês de março de 1979, Pedro Acir Zanon (Pedrinho), um dos integrantes do grupo conhecido como “A Turma da Quinze”, que era soldado da Aeronáutica, marcou uma partida de futebol de campo amistosa para o dia 14.06.79, com outro soldado da Aeronáutica chamado “Veloso”, que com ele servia nas Forças Armadas. O soldado “Veloso” era residente na cidade catarinense de São Francisco do Sul e assim ajustaram a partida amistosa para o grupo de amigos conhecido como “A Turma da Quinze”, ou seja, Pedrinho marcou um jogo para os amigos da turma.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
São Francisco do Sul-SC, tudo a ver com a fundação do XV de Novembro
 
 

No dia 13 de junho de 1979, um dia antes da partida, alguns membros do grupo, a saber: Pedro Acir Zanon(Pedrinho), Celso Cordeiro(Celso), Júlio Cesar Alexandre(Júlio) e Luiz Alves de Souza(Nego) viajaram antes dos demais membros que formariam a delegação, que iria apenas no dia do jogo à cidade de São Francisco do Sul-SC. Foram à praia durante o dia, onde Júlio ficou pescando o dia todo. Os demais, acabaram conseguindo um local para dormirem e naquela noite, passeando pela cidade, estacionaram numa praça e enquanto descontraidamente conversavam,  ouviram o locutor de uma rádio (Radio Difusora Carijós), numa inserção em seu noticiário, efetuar uma chamada para uma partida de futebol amistosa, que seria realizada no dia seguinte(14.06.1979) entre o EC Primavera, campeão da Liga de São Francisco do Sul e o XV de Novembro de Curitiba – PR.

 

Os quatro integrantes do grupo se perguntaram sobre quem seria o XV de Novembro de Curitiba, até porque, ninguém conhecia algum clube com esta denominação na cidade de Curitiba ou região. Nem suspeitaram de quem seria o XV de Novembro de Curitiba, e também não deram em princípio, maior importância ao noticiário, pois não conseguiram estabelecer qualquer ligação com a partida que “A Turma da Quinze” realizaria no dia seguinte. Aliás, os membros do grupo, nem mesmo sabiam o nome do adversário e tampouco onde era o estádio.

 

No dia 14.06.1979 quando chegaram ao Estádio 25 de Dezembro, no bairro do Morro Grande, lá foram surpreendidos com uma faixa anunciando a partida entre o EC Primavera e o XV de Novembro. Aí então, perceberam que o XV de Novembro, seria a própria “A Turma da Quinze”, fato logo esclarecido pelo soldado “Veloso” que esperava pelo grupo no local

 

Explica-se: Na Aeronáutica, Pedro Acir Zanon(Pedrinho), tinha um amigo soldado de nome “Veloso”, que junto com ele prestava serviço militar na Aeronáutica, mas residia em São Francisco do Sul - SC. Pedro Acir Zanon(Pedrinho), acertou com “Veloso” uma partida de futebol na cidade de São Francisco do Sul, para ser realizada pelo grupo "A Turma da Quinze”. O soldado “Veloso” marcou a partida. O clube local, EC Primavera, e como ocorre costumeiramente em cidades do interior, quis anunciar a partida na rádio local, como um evento interestadual. No entanto, o soldado “Veloso” indagado sobre qual seria o nome do clube de Curitiba, que enfrentaria o EC Primavera, não lembrou do nome do grupo( "A Turma da Quinze”), mas apenas lembrou de “Quinze” e simplesmente “tascou”: o nome do time de Curitiba é “XV de Novembro”.

 

Este fato somente foi comunicado ao grupo, quando encontraram com o tal “Veloso”, já no estádio, sobre quem seria o tal XV de Novembro de Curitiba. Feitas as explicações, como “XV de Novembro” o grupo estreou no futebol no dia 14.06.1979, diante do Esporte Clube Primavera de São Francisco do Sul e venceu por 1 x 0

 

Desta forma, o grupo adotou definitivamente o nome da associação como sendo Esporte Clube XV de Novembro .

 

OS FUNDADORES 

 

 

São considerados fundadores do Esporte Clube XV de Novembro, sem privilégio de ordem de importância, mas em ordem alfabética, cujos nomes constam n a ata de fundação:  Carlos Henrique dos Santos(Carlinhos), Celso Luis de Souza Cordeiro(Celso Cordeiro), Edmilson de Jesus Lima(Sabiá), Elói Antonio Fromholz(Elói), Inaldson Luiz dos Santos(Campina), Ivan Correia(Ivan), Ivo Alves Correia(Ivo Correia) [falecido], Júlio Cezar Alexandre (Júlio), Luiz Alves de Souza (Nego), Luiz Fernando Alexandre(Zinho), Natanoel Zahorcak (Nata), Ney Gersey Litenski Barbosa(Ney), Paulo Cesar Alexandre(Paulinho), Paulo Cesar dos Santos(Paulo Cesar), Pedro Acir Zanon(Pedrinho) e Raimundo Francisco(Catinha).



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 
Os fundadores
 
 
 
 
 

A PRIMEIRA DIRETORIA 

 

 

Quando da fundação, o EC XV de Novembro não chegou a ter propriamente um Presidente, uma diretoria constituída, mas teve organizadores/coordenadores, ou seja, aqueles que marcavam jogos e tomavam as providências necessárias para os eventos futebolísticos. No primeiro ato, entre a marcação de partidas de futebol de salão(futsal) e os jogos do ano de fundação houve a organização e coordenação de Celso Cordeiro(Celso), Paulo Cesar Alexandre(Paulinho) e Pedro Acir Zanon(Pedrinho) e  Raimundo Francisco(Catinha).

 

PRIMEIRO JOGO 

 

O primeiro jogo do XV de Novembro, foi cercado de expectativas não pelo fato de ser uma estréia, mas pelo fato de ser a primeira partida de campo do grupo “A Turma da Quinze” e por atuarem fora do Estado do Paraná. Marcada a partida com três (3) meses de antecedência, a equipe era para ser composta apenas pelos membros amigos que formavam  “A Turma da Quinze”. Contudo já próximo da data do embarque, uma série de problemas fez com que alguns dos amigos não pudessem viajar

 

Ocorre que, praticamente todos os amigos, que formavam “A Turma da Quinze”, que viraria  XV de Novembro, jogavam pela Constec FC que disputava o campeonato promovido pela antiga Liga de Futebol dos Minérios.  Quando da marcação do jogo do grupo, inexistia partida de futebol pelo campeonato da Liga dos Minérios, marcada para o dia 14.06.1979. Naqueles dias, a Liga resolvera marcar um jogo da Constec FC, diante do União São Gabriel. Os diretores da Constec FC à época, sabendo que os rapazes do grupo viajariam, passaram a exercer pressão para que estes não fossem, sob pena de não mais jogarem na Constec FC, que era um clube oficial. Temerosos, alguns dos membros do grupo, preferiram não viajar, mas a maioria manteve o compromisso assumido

 

Foram pressionados pelos diretores da Constec FC a não viajar e ficaram para jogar por esta os membros: Ivan Correia(Ivan), Elói Antônio Fromholz(Eloi), Luiz Fernando Alexandre(Zinho) e Ivo Alves Correia(Ivo Correia).

 

Desta forma, foram convidados alguns amigos alheios ao grupo para compor a delegação. Foram convidados então: Edson, Valter, Diney, Pedro Sabchuk e Geraldo Ribeiro. Destes apenas Geraldo não jogava e apenas aocmpanhou a delegaçao.

 

O jogo diante do EC Primavera foi amplamente dominado pelo XV de Novembro, que fez um gol ainda no primeiro tempo e não fosse a tarde infeliz de Paulinho(Paulo Cesar Alexandre) que perdeu inúmeras chances de gol, placar poderia ter sido muito superior. Mas a vitória de 1 x 0 veio, num gol anotado por Campina, que recebeu pela meia direita e finalizou no canto direito do goleiro catarinense, por volta dos 37 minutos do tempo inicial.

 

O XV jogou em sua primeira partida e venceu com

Edson(nº. 1); Valter(nº. 2), Diney(nº 3) depois(Ney( nº 15), Catinha(nº 6) e Nego(nº 4); Pedrinho(nº 5), Celso(nº 10) e Paulinho(nº 8); Campina(nº 7) depois (Pedro Sabchuk(nº 13), Júlio(nº 9) e Nata(nº 11). 

 

Acompanharam a delegação mas não jogaram os fundadores: Carlos Henrique dos Santos (Carlinhos) e Paulo Cesar dos Santos(Paulo Cesar).

 

Faziam parte do grupo, mas não viajaram em razão da pressão do presidente da Constec FC: Ivan (Ivan Correia), Elói (Elói Antônio Fromholz), Zinho (Luiz Fernando Alexandre)  e Ivo Correia(Ivo Alves Correia). Não viajou por ser menor e não foi autorizado pelos seu pais Sabiá(Edmilson de Jesus Lima).

 

 

PRIMEIRO GOL 

 

 

O primeiro gol da história do XV de Novembro foi anotado pelo jogador Campina (Inaldson Luiz dos Santos), quase ao final primeiro tempo do jogo diante do EC Primavera. O gol antológico de Campina foi o único da partida. Campina atuou pela ponta direita com a camisa nº 7” e foi substituído no intervalo pelo convidado Pedro Sabchuk. Teve uma atuação apenas regular, mas entrou para a história

 

A PRIMEIRA COMPETIÇÃO 

 

 

No mês de março de 1979, a grupo da “A Turma da Quinze” fez um amistoso de futsal nas dependências da Penitenciária do Ahú em Curitiba – PR e realizaram uma boa apresentação contra os detentos. Alguns dias mais tarde, em face da boa apresentação, Pedrinho(Pedro Acir Zanon), foi convidado por um militar graduado da Aeronáutica a levar o grupo a participar de um Torneio envolvendo os Detentos, o Corpo de Bombeiros e um time da Aeronáutica. Diante da falta de elementos do grupo no dia do torneio, foram convidados os amigos Abel, Naldinho e Claudinho , que juntamente com os fundadores Pedrinho e Júlio, formaram o quinteto, que de forma espetacular venceu todas as partidas, conquistou o Torneio Coronel Paredes e a admiração dos detentos, que fizeram várias apostas entre eles. Este foi o primeiro troféu ganho pelo grupo do XV de Novembro. Os atletas saíram da Penitenciária do Ahú, tendo que deixar com os detentos, todas as suas roupas e tênis. Mas na bagagem, o primeiro troféu do XV de Novembro.

 

 

ORIGEM DAS CORES 

 

Já por ocasião da marcação da primeira partida do XV de Novembro, os membros considerados fundadores, discutiam a possibilidade de adquirir um jogo de camisas, que face os parcos recursos, dificultavam a compra. Na primeira exibição do XV de Novembro, então conhecido como “A Turma da Quinze”, os considerados organizadores e coordenadores do grupo, emprestaram fardamentos do antigo Auto Posto Santa Marta, localizado na BR-116, no Atuba, Colombo - PR. O uniforme era composto por camisas verdes com gola e bordas amarelas nos braços, calções brancos e meias verdes

 

Este uniforme foi utilizado no jogo de estréia. Após a volta da cidade de São Francisco do Sul - SC, os membros fundadores definiram o uniforme seria este totalmente branco, com detalhes em preto e as cores da associaçã seriam o preto e o branco
 
 
APELIDO
 
Desde sua fundação, o Esporte Clube XV de Novembro não chegou a adotar nenhum apelido, nenhum cognome, mas desde o primeiro momento passou a ser conhecido carinhosamente como "XV", uma simplificação de seu nome. Esta se tornou a maneira mais rápida, objetiva e mercadológica de nominar o clube. Com isto, a marca "XV" se tornou conhecida,forte e respeitada em toda a Região Metropolitana de Curitiba´- PR.
 
 

UNIFORMES

 

1. Principais 

a) Principal 1 - Camisas brancas, calções brancos, meias brancas 

a.a) variantes - camisas brancas, calçoes pretos e meias brancas ou pretas.

 

b) Principal 2 - Camisas listradas em preto e branco na vertical, calções pretos, meias brancas;

b.b) variantes -  Camisas listradas em preto e branco na vertical, calções brancos ou pretos e meias brancas, pretas ou cinzas.

  

2. Alternativos 

a) Camisa cinza, com calções pretos, brancos ou cinza e meias pretas, brancas ou cinzas.

b) Camisa preta, com calções pretos ou brancos e meias pretas, brancas ou cinzas.

 

3. Comemorativo

a) Camisa preta os detalhes em branco foram substituidos pelos dourado, inclusive no escudo, calções pretos e meias pretas. Utilizado nos campeonatos de 2009, pela  comemoração dos 30 anos do XV de Novembro.

 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
GRANDES MARCOS DA HISTÓRIA DO XV DE NOVEMBRO
 
 

1981 - I COPA DREHER DE FUTEBOL AMADOR

 

No ano de 1981, o ESPORTE CLUBE XV DE NOVEMBRO participou da “I Copa Dreher de Futebol Amador”, uma competição amadora realizada a nível nacional, nos Estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul,  São Paulo e Goiás, envolvendo clubes oficiais organizados e times classistas e avulsos, num evento patrocinado pela empresa Conhaque Dreher, que envolveu mais de 250 associações no Brasil

 

Essa competição,  sem dúvida alguma tornou-se um marco na história do XV de Novembro, pois a partir dali, a associação ganhou organização, objetivos, cores uniformes e escudo definitivos. A partir daí também o XV, deixou de ser um clube apenas da antiga “A Turma da Quinze”, um clube de amigos de esquina. A partir daí também, desapareceu o termo “A Turma da Quinze”  o clube passou a crescer e jamais deixou de ter atividades.

 

 

Na “I Copa Dreher de Futebol Amador” o XV de Novembro fez um desfile de abertura no Estádio Durival de Brito, na Vila Capanema, então pertencente ao Colorado EC. Na competição venceu todas as partidas da 1ª fase metropolitana e foi eliminado nos pênaltis na fase estadual, pelo Vila Real de Guaratuba já na fase semifinal, saindo invicto da competição. Pela campanha foi agraciado com a Copa Vereador Donato Gulin, como um dos campeões de Curitiba e Região Metropolitana. Ganhou fama,  projeção e o respeito de todos.
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Time que estreiou na I Copa Dreher de Futebol Amador em 1981.
 
 
 
 
 
 
 

Participaram da competição os atletas: Paulinho; Ney, Celso, Bidon e Catinha; Algacir, Abel e Prego; Nata, Júlio e Zinho e mais: Luiz, Nego, Ivo Correia, Sabiá, Roberto.

 

Esta competição a nível de Paraná foi vencida pela Associação Comel de Maringá em decisão com o Monofil de Ponta Grossa.

A fase nacional teve a etapa sul-brasileira, realizada no Rio Grande do Sul onde participaram: Neutrox de Porto Alegre(RS), Ouro Verde de Ijuí(RS), Comel de Maringá (PR) e Palmeiras de São José(SC). Esta etapa foi vencida pelo Ouro Verde(RS).

Da fase final nacional participaram o Em Cima da Hora de São Caetano do Sul (SP), Jowanel de Votuporanga(SP), Ouro Verde de Ijuí(RS) e Casa Serra Dourada de Goiânia(GO).

 

** A Copa Dreher foi um evento esportivo ocorrido em 1981, que substituiu a Copa Arizona que era realizada nos mesmos moldes. Recentemente, em 2009, foi criada  a Copa Kaiser de Futebol Amador, que segue a mesma linha daquelas competições de outrora.

 

 

1988 - FILIAÇÃO À LIGA DE COLOMBO

 

Após ter disputado vários torneios extra-oficiais em várias categorias e modalidades, o EC XV de Novembro que mantinha atividade ininterrupta há  quase 10 anos, foi convidado a se filiar a Liga de Futebol de Colombo e participar naquela oportunidade da 2ª. Divisão de Amadores

 

Para participar daquela competição o XV de Novembro fez inúmeras exigências e a Liga concedeu ao clube inúmeros privilégios, não concedidos aos demais participantes, como somente atuar aos domingos pela manhã em estádios dotados de alambrados e a desnecessidade de se disputar categoria de aspirantes.

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1988 - A força da amizade 
 
 
 

Na 2ª. Divisão de Colombo o clube cumpriu uma campanha irrepreensível, tendo o melhor ataque, a melhor defesa, o artilheiro Naldinho, o maior número de vitórias e uma única derrota. E como campeão no ano seguinte passou a integrar a principal divisão colombense e a partir daí, a se consagrar como um dos clubes mais importantes de Colombo e da Região Metropolitana de Curitiba-PR

 

1990 - LIGA DE COLOMBO - FORÇA, PODER E RESPEITO 

 

Grande marco da história do XV de Novembro foi o time que disputou a Liga de Colombo em 1990. O alvi negro que fora campeão da segundona em 1988, veio par ao certame de 1990 com o intuito de cravar seu nome definitivamente na história dos clubes de Colombo.

 

A diretoria do XV de Novembro investiu de fora pesada no time de 1990, com o intuito de ganhar o título da Liga. Um dos melhores grupos de jogadores já formados, infelizmente não conseguiu trazer o título para as cores alvi negras, ficando com o vice campeonato, porém numa campanha memorável.

 

Alem de grandes craques do futebol amador de Curitiba e Região Metropolitana, o XV de Novembro trouxe pra suas fileiras jogadores com passagem em grandes clubes profissionais e até no futebol internacional. O zagueiro Almeida, que jogou no Corinthians, ao lado do tricampeão mundial Rivelino, no Atlético Paranaense e também na Seleção Olímpica do Brasil, trouxe sua experiência na defesa do alvi negro. Também o meia atacante Paulo Roberto, jogador de altos recursos técnicos, que atuou pelo Atlético Paranaense, Portuguesa de Desportos, Operário e Cruz Azul do México entre outros. Estes se juntaram a grandes jogadores do futebol amador como Stefano, Aderbal, Claudinho, Boiko, Nazza, Nélio, Jair, Abel, Gilmar, Naldinho, Banana, Vanderlan, Djalma, e tantos outros. Um grande time sem dúvida que tinha no comando técnico o dirigente Adalberto Francisco(Betão).

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 1990 - Qualidade técnica que marcou época
 

Num jogo de 1990, diante do Bola de Ouro AC, no então maior clássico da região, o Estádio do Rio Verde foi dividido ao meio. A galera do Bola de Ouro trazia para o estádio um batuque que incendiava seus aficcionados e jogadores. No dia do clássico, o XV de Novembro, sempre inovador, surpreendeu e fez encostar no Estádio, um ônibus, trazendo parte da Banda do Corpo de Bombeiros para incentivar sua torcida e jogadores. A Banda, evidentemente engoliu todo o batuque adversário. Naquele jogo de 1990, houve muita festa e o XV de Novembro, inclusive entrou em campo, com uma camisa especial para aquela partida, com nome nas costas.

 

O time acabou não ganhando o título, mas deixou sua marca na história, devido a alta qualidade técnica que possuía. Um time que motivava a torcida, os aficcionados.

 

1992 - CAMPEÃO PARANAENSE - A MAIOR CONQUISTA DA HISTÓRIA DO ESPORTE COLOMBENSE

 

Pela forma de agir de seus dirigentes, sempre inovadores e criando várias polêmicas por seus posicionamentos e atitudes, jamais se submetendo ou se calando a arbitrariedades e imposições,  o XV de Novembro tornou-se um clube muitas vezes odiado e invejado pelos rivais municipais.

 

A linha de pensamento do clube fez com que o mesmo pleiteasse em 1992, o direito de participar da Taça Paraná categoria de Juniores, após ser sido vice campeão da categoria em Colombo no ano de 1991

 

Obtido o direito e contando com o apoio da municipalidade, desde o início de 1992, o clube se preparou para disputar a Taça Paraná categoria de juniores, tradicional competição amadora, que envolvia seleções e clubes de todo o Estado do Paraná .

 

O XV de Novembro realizou um trabalho inovador na categoria e manteve um grupo atuando durante o ano todo de 1992, para quando da estréia da competição no segundo semestre, veio a cumprir uma campanha irrepreensível, fazendo longas viagens pelo interior do Estado

 
 
De forma sensacional o clube chegou as finais da competição, decidindo o título com o América Pontagrossense Futebol Clube, da cidade de Ponta Grossa. Venceu o primeiro jogo na cidade de Colombo por 2 x 0 e na finalíssima na cidade de Ponta Grossa, perdeu no tempo normal por 1 x 0 e pelo mesmo placar venceu na prorrogação, com um gol de Evandro.
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Recorte extraído do jornal Tribuna do Paraná de 07/12/1992, que retrata a maior conquista da história do
esporte colombense até então. XV de Novembro, campeão paranaense
 
 
 

O XV de Novembro então, se sagrou campeão paranaense de juniores de 1992, um título inédito, que se tornou na ocasião, não só o maior título do futebol, mas sim,  o maior título do esporte colombense, que até então, jamais houvera obtido um título de tamanha envergadura e expressão.  

 

Os jogadores campeões paranaenses

Roni(Ronnie de Oliveira Arpino); Júnior(Osvaldo do Couto Júnior), Jackson(Jackson  Luiz Carvalho de Souza),Nego(Odair de Oliveira da Rocha), Chicão(Francisco Antonio Artigas Meira), Citão(Setinaldo Rodrigues  Fortes), Serginho(Sérgio Bettega),Mancha(Valcir Santos Martins), Zezinho(José Luiz Pereira), Evandro(Evandro Luiz Sckrok),Claudinho(Claudinei Aparecido de Oliveira),Abatiá(Gerson Farias), Buzina (Luiz Moacir Strapasson), Tunga(Edivaldo Alves dos Santos Júnior), Wilsinho(Wilson José Martins), Toco(Anderson dos Santos) e Amarildo(Amarildo de Souza Pinto)

 

E ainda participaram ativamente os dirigentes e colaboradores: Celso Cordeiro(Pres) Raimundo Francisco(Catinha)(Vice), Antonio Alves Correia(Véio), Sérgio Luiz Ribeiro(Serginho), Maria Aparecida Ribeiro(Cidinha), Adalberto Francisco(Betão), Maria Elizabete Francisco(Beti), Adenilde Francisco(Leninha), Luiz dos Santos(Melancia), o mascote Jeferson Francisco(Tatú)  Adriana Ribeiro, Rosana Ribeiro e Silvana Ribeiro e outros.

 

Apesar da importância do título para  todo o esporte colombense, destacado nos principais jornais do Paraná, a Câmara Municipal de Colombo, à época, não se dignou a prestar a homenagem tão necessária aos atletas que tanto mereceram

 

 

1993 - VICE CAMPEÃO PARANAENSE - A SEGUNDA MAIOR CONQUISTA DA HISTÓRIA DO ESPORTE COLOMBENSE

 

Na condição de campeão paranaense de 1992, o XV de Novembro no ano de 1993, foi mais uma vez à Taça Paraná de Juniores, para defender o título conquistado

 

E mais uma vez honrou o futebol e o esporte colombense, chegando novamente as finais da competição. Na semifinal, eliminou o América de Ponta Grossa, contra  quem em 1992, houvera decidido o título, vencendo-o em duas partidas em Ponta Grossa e em Colombo.

 

Nas finais, diante do CE Danúbio de Guarapuava, o alvi-negro colombense não foi feliz e perdeu as duas partidas, tanto em Guarapuava, como em Colombo.

 

O título do Danúbio contudo, não tirou o brilhantismo de mais uma inédita participação do XV de Novembro em defesa do esporte da Terra da Uva. O Vice campeonato paranaense, segundo maior título da história do esporte colombense até então, ficou de bom tamanho

 

Os jogadores vice-campeões paranaenses:

 

Adilson Jonas Pereira, Carlos Costa de Jesus, Luciano de Oliveira, Gilberto(Beto) Aparecido de Lima, Deonalio Pereira, Celio Luis(Vermelho)  Alves dos Santos, Marcio Marques, Anderson Ney da Rocha Fabricio, Ubirajara(Bira) Nowakowski, Luiz Carlos  Camarinho, Edson(Perninha)Amarantes, Gelson Delmiro(Miro) Santos Batista, Antonio Marcos(Mazinho)da Silva, Aclemar José(Lobinho) de Souza, Elimar Alves Teodoro, Jairo Franco de Lima, Odair de Oliveira(Nego)da Rocha), Claudinei Aparecido(Claudinho) de Oliveira Anderson( Toco) dos Santos, Valmir (Cachorrinho) Vitorassi e Marcos Paulo (Kito) Kubis e Willians  de Oliveira.

 

E ainda participaram ativamente os dirigentes e colaboradores: Celso Cordeiro(Pres) Raimundo Francisco(Catinha)(Vice), Lourival Araújo(técnico), Antonio Alves Correia(Véio), Sérgio Luiz Ribeiro(Serginho), Maria Aparecida Ribeiro(Cidinha), Maria Elizabete Francisco(Beti), Adenilde Francisco(Leninha), Luiz dos Santos(Melancia), Luiz Carlos Gouveia de Castro(Garrincha), o mascote Jeferson Francisco(Tatú)  Adriana Ribeiro, Rosana Ribeiro e Silvana Ribeiro e outros.

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vice campeão paranaense de 1993
 
 

Novamente, apesar da importância do título para  todo o esporte colombense, destacado nos principais jornais do Paraná, a Câmara Municipal de Colombo, à época, mais uma vez não se dignou a prestar qualquer  homenagem tão necessária aos atletas que tanto mereceram

 

1995 - OUSADIA: XV DE NOVEMBRO VIRA CLUBE

DE FUTEBOL PROFISSIONAL  E REVOLUCIONA COLOMBO

 

 

No ano de 1995, o ESPORTE CLUBE XV DE NOVEMBRO, mais uma vez foi pioneiro e inovador em suas realizações.  

 

Numa empreitada revolucionária e inédita para o futebol da Região Metropolitana de Curitiba, o clube que tinha no comando como Presidente Adalberto Francisco (Betão) e como Vice Presidente Raimundo Francisco(Catinha), de forma arrojada e mesmo a despeito da inveja e desconfiança, procedeu a modificações estruturais e passou a ser um clube de futebol profissional.

 

E teve pela frente desde logo, a 2ª. Divisão de Profissionais na época conhecida como Divisão Intermediária de Profissionais, promovida pela Federação Paranaense de Futebol.

 

O XV de Novembro, com a revolução causada, mobilizou todo o futebol amador de Colombo, Curitiba e toda Região Metropolitana e ante a empreitada, acabou atraindo interesses também, de atletas, empresários, profissionais e imprensa do Brasil inteiro, passando a ter projeção inclusive no exterior, por ter acolhido dois jogadores de nacionalidade japonesa

 

Para empreitada, o clube contatou profissionais gabaritados para a comissão técnica que era comandada por Dionisio Filho, ex-jogador e atual comentarista da Rádio Banda B, CNT e Gazeta do Povo. Estruturou a parte administrativa e um almoxarifado completo para dar todas as condições aos atletas.


 

No decorrer da competição contudo, o clube teve vários problemas estruturais e financeiros, mas honrosamente mesmo assim, obteve a 4ª colocação. Entre outras associações, participaram do certame: Maringá(campeão), Iguaçu de União da Vitória, Caxias de Palmas, Arapongas(Vice), Umuarama, XV de Novembro, Nacional de Rolândia.

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 1995 - revolução no futebol colombense -  Elenco profissional do XV de Novembro
 
O investimento do XV de Novembro e sua participação na competição, com certeza trouxe divisas para o futebol colombense e motivou o poder público a proceder reformas no Estádio Municipal do Rio Verde, que foi dotado de cabines de rádio e recuperação de gramado, bares, banheiros e vestiários reformados e da mesma forma o Estádio Pedro Dugonski da SE Guaraituba, que servia de local de treinamentos
 
Aliás, as cabines de rádio construídas no Estadio do Rio Verde acabaram não sendo suficientes para abrigar a imprensa esportiva em alguns jogos, notadamente aquele realizado diante do Maringá FC. A imprensa maringaense compareceu em peso para a cobertura do jogo. Naquela tarde de domingo estiveram presentes cinco(5) emissoras de rádio, cada uma com narrador, comentarista e dois repórteres de campo e mais uma emissora de televisão(TV Cultura de Maringá), além de vários jornalistas da grande Maringá, pertencentes a imprensa escrita. Sem dúvida, a maior cobertura esportiva que Colombo já viu.  

 

Por outro lado, vários atletas se destacaram e prosseguiram no futebol profissional com algum sucesso, inclusive um deles, atuando em seleção estrangeira, após naturalização. Como dito, participaram da campanha também,  dois atletas de nacionalidade japonesa.

 

Face o alto custo da empreitada, não foi mais possível ao clube no ano seguinte, manter o departamento de futebol profissional, para os anos seguintes.

 

 

1998 - ESTÁDIO  É INAUGURADO/REINAUGURADO

 

No ano da reinauguração de sua casa, o Estádio do Atuba (ver no link HISTÓRIA DO ESTÁDIO), o XV de Novembro até não possuía um grande time para as disputas do certame da Liga de Colombo de 1998. Mas possuía um time guerreiro e inesquecível, capaz de reverter numa semi-final, um resultado completamente adverso e que parecia impossível,  diante do melhor time daquele ano, o Colombo FC. O time colombense teve uma única derrota no campeonato e foi justamente par ao XV de Novembro, dentro de sua própria casa por 2 x 1.

 

O XV de Novembro  acabou convidado a disputar mais uma Taça Paraná e para aquela competição de 1998, armou um dos seus mais poderosos esquadrões e com grandes jogadores fez uma excelente campanha na competição, onde infelizmente acabou sendo derrotado pelo Capão Raso de Curitiba, numa fase elimiantória, nas penalidades máximas.

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Uma grande time disputou a Taça Paraná de 1998.
 
 

1999 - ESTADUAL DE JUVENIS

2000 - ESTADUAL DE JUNIORES

2001 - COPA TRIBUNA DE JUNIORES

2001 - ESTADUAL DE JUNIORES

2001 - JOGOS ABERTOS DO PARANÁ

2002 - JOGOS ABERTOS DO PARANÁ

 

Sempre com grandes empreitadas, os anos de 1999, 2000, 2001 e 2002, foram sensacionais para o XV de Novembro, em razão das competições que disputou, que colocaram seu nome em evidência junto aos grandes clubes profissionais do Paraná, a imprensa escrita e falada e inclusive com relações empresariais.

 

Em 1999, o XV de Novembro iniciou um trabalho inédito para a região e no peito e na raça resolveu participar do Campeonato Paranaense de Juvenis, certame envolvendo todos os clubes profissionais do Estado do Paraná. Como aprendizado e comandado pelo dirigente Catinha, o clube levou para o Atuba, clubes como Atlético, Coritiba e Paraná, fazendo com que as manhãs de Domingo fossem muito movimentadas no Estádio do Atuba. O clube colheu poucas vitórias, mas a experiência foi relevante.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  
 
1999-Juvenil que disputou o Campeonato Paranaense, no jogo contra o Coritiba
 
 

No ano seguinte, no segundo semestre de 2000, de forma mais ousada, o clube pretendia disputar o Campeonato Paranaense de Juniores, o chamado Sub-20. Firmou uma parceria, que às vésperas do início da competição acabou ruindo. Mesmo com as dificuldades em razão da ruptura da parceria, o preparador físico Eduardo Silveira, assumiu o comando técnico e passou a preparar o time para as disputas do difícil campeonato, desta feita contra juniores de clubes profissionais do Estado do Paraná, que por sua vez, logicamente já eram profissionais. Grandes jogos diante de Atlético, Coritiba, Paraná, Rio Branco, Caramuru, Malutrom, Telêmaco Borba e outros. Poucos bons resultados em campo, mas numa experiência fantástica.

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2000 - Juniores  no jogo de estréia contra o Coritiba no CT do Atuba 
 
 
Em 2001, a ousadia permaneceu e ante o convite da Federação Paranaense de Futebol, o clube disputou no primeiro semestre a Copa Tribuna de Juniores Sub-20 e no segundo semestre o Campeonato Estadual de Juniores –Sub-20. O trabalho começou com Eduardo Silveira que no decorrer da Copa Tribuna foi trocado pelo treinador Ziquita, que auxiliado pelo preparador físico Rosival, preparador de goleiro Neno e uma série de outros auxiliares, realizaram um trabalho fantástico, revelando um grande número de bons jogadores e realizando sensacionais confrontos contra os clubes profissionais, lotando o Estádio do Atuba e atraindo transmissões de rádio a cada partida.
 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2001 - Copa Tribuna - em jogo diante do Paraná Clube
 
 
2001 - Campeonato Estadual de Juniores - um dos melhores times da história
 
 

Grandes vitórias foram alcançadas e com um plantel de idade máxima de 20 anos, o clube ainda disputou o campeonato da Liga. Não bastasse isto, o trabalho desenvolvido durante todo o ano, serviu de base para que todo o elenco composto por 25 jogadores e mais a gabaritada comissão técnica formada, fossem convocados pelo Departamento de Esportes da Prefeitura Municipal, para representar o Município de Colombo nos Jogos Abertos do Paraná realizados na cidade de Toledo – PR. Os atletas e comissão técnica defenderam condignamente o nome do município, chegando à fase decisiva da competição em que participaram mais de 40 municípios do Paraná.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Seleção de Colombo - Praticamente todo o plantel pertencia ao XV de Novembro
 
 
 

No ano de 2002, a experiência se repetiu e novamente todo o elenco de jogadores e parte da comissão técnica do ESPORTE CLUBE XV DE NOVEMBRO representaram o Município de Colombo nos Jogos Abertos do Paraná realizados na cidade de Maringá – PR, onde brilhantemente defenderam o nome de Colombo, chegando desta feita, de forma inédita, à final da competição, onde decidiram o título com a cidade de Maringá. Na finalíssima contudo, acabaram derrotados, trazendo para Colombo porém, um inédito vice campeonato de uma competição em que participaram mais de 50 municípios do Paraná.

 

 

1999/2000/2002/2004/2005/2006/2007/2008/2009/2010 - A SINA DOS VICE CAMPEONATOS, A INVENCIBILIDADE  E O QUASE REBAIXAMENTO

 

Nos anos de 1999, 2000, 2002, 2004, 2005, 2006, sob a presidência de Celso Cordeiro e 2007, 2008, 2009, 2010 o XV de Novembro sob a presidência de Raimundo(Catinha) Francisco, teve muitos resultados satisfatórios e uma absurda sina de vice campeonatos em sequência (Campeonato de Másteres(1999-2002 e 2006), Campeonato Juvenil de Colombo(1999), Campeonato de Aspirantes(2000), I Taça Colombo da Liga(2005), Campeonato de Másteres de Quatro Barras(2005 e 2008), Copa Integração(2007), Liga de Colombo(2008), Copa Folha de Tamandaré(2009), Torneio Início Juvenil(2009).

 

E mais destaques para um 3º lugar invicto na Copa Paraná(2009) e 3º lugar da Copa Integração(2004) e 3º lugar invicto Copa Integração(2010),  ocasiões em que o clube possuía indiscutivelmente o melhor time da competição e que delas saiu com a maior pontuação entre todos os participantes. Neste período conquistou o título apenas do campeonato infantil(2002)

 

De uma forma impressionante o clube conquistou cinco(5) vice campeonatos de másteres, sendo três(3) em Colombo (1999/2002/2006) e dois(2) em Quatro Barras(2005/2008), sendo que nos certames de 2002 e 2006 era franco favorito.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Másteres de 2006, um grande time
 
 

Conquistou também, o vice campeonato de aspirantes de Colombo(2000), numa decisão absurda cercada de fatos inusitados, da mesma forma que foi o vice campeonato juvenil de 1999, com a disparada melhor campanha e melhor time da competição.

 

O grande time de legendários de 2005/2006 que disputou a I Taça Colombo de Futebol (não confundir com Copa Folha de Colombo-a Copa do Patopromovida  pela Liga de Futebol de Colombo, perdeu a final depois de uma campanha irrepreensível. E o que dizer do timaço de másteres de 2006, que perdeu uma outra inexplicável decisão nas penalidades máximas para o extinto Cruzeiro.

 

Em 2007, o XV de Novembro voltou a participar da Copa Integração de Juniores, promovida pela Associação Paranaense do Esporte. O clube já havia participado com grande destaque da mesma competição em 2004, quando cumpriu uma extraordinária campanha, mas foi eliminado nas semi-finais, com uma única derrota, o que lhe valeu um terceiro lugar.

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 2007 - Juniores - timaço que perdeu a Copa Integração aos 29´da prorrogação
 
 
 
 

Na competição de 2007, o clube cumpriu uma campanha irrepreensível e foi às finais contra o Uberlândia de Curitiba. Depois de ter perdido inesperadamente em Colombo por 1 x 0 na primeira partida, tinha a difícil incumbência, de vencer ao adversário no alçapão da Vila Formosa, para levar a decisão para a prorrogação. O adversário estava invicto. Num clima hostil e perigoso, o XV de Novembro depois de estar perdendo, virou o jogo e fez o gol da vitória aos 45 minutos do 2º tempo quando o Uberlândia já comemorava o título.

 

Quebrada invencibilidade do time da casa, na prorrogação o XV sofreu todo timo de constrangimento e intimidação e acabou sofrendo o tento que deu a vitória ao Uberlândia, aos 28 minutos do 2° tempo da prorrogação. Vice campeão, mas de cabeça erguida...e vivo!

 

Em 2008, após uma difícil campanha, o clube foi ás finais do certame da Liga diante do Ana Terra EC, um jovem time, mas emergente. Um campeonato de muitos questionamentos. Na semi-final, o São Gabriel depois de ter perdido o primeiro jogo, não compareceu na sua própria casa para jogar diante do XV de Novembro, por entreveros com o presidente da Liga senhor Valter Colombo. O São Gabriel foi à Justiça Desportiva e obteve uma liminar, que evitaria que a final entre XV de Novembro e Ana Terra se realizasse. O presidente da Liga ignorou a liminar e marcou a decisão.

 

Sem árbitros da FPF para a decisão, a Liga nomeou um árbitro sem as mínimas condições, que inclusive atuara no time de veteranos do Ana Terra. Este, mesmo com o estádio completamente lotado, visivelmente, nocauteou todas as pretensões do XV de Novembro e arranjou os resultados finais para dar o título ao Ana Terra. O título não valeu para os efeitos legais e face os incidentes, os clubes ficaram fora da Taça Paraná de 2008 e o Presidente da Liga acabou sendo afastado.

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Copa Folha de Tamandaré 2008/2009, o melhor time da competição, futebol mais objetivo, vistoso, empolgante, mas o título não veio. Faltou apenas sorte.
 

Em 2008/2009, depois de muito tempo o XV de Novembro voltou a disputar a tradicional Copa Folha de Tamandaré. Com um grande grupo de jogadores, o XV de Novembro acabou disputando também, paralelamente, a Copa Paraná, competição realizada pela Associação Paranaense do Esporte/Liga Curitibana. Na Copa Folha de Tamandaré, o XV de Novembro foi passando as fases e nas oitavas, acabou eliminado pelo CD Independente de Curitiba. Mas no dia seguinte, em razão do falecimento de seu financiador, o Independente desistiu da competição e o XV de Novembro acabou classificado de forma inesperada. A oportunidade não foi desperdiçada, pois a partir dali, o alvi negro sob o comando de Gabriel Pereira, fez uma campanha irrepreensível e foi às finais da magna competição, novamente diante do Ana Terra de Colombo. Numa tarde de muito azar, XV de Novembro apesar do amplo domínio da partida, de toda a pressão que exerceu acabou derrotado em lances esporádicos por 2 x 1, na partida única realizada, o que lhe valeu mais um Vice campeonato.

 

Paralelamente à Copa Folha de Tamandaré, o XV de Novembro disputou a Copa Paraná e após uma extraordinária campanha na primeira fase onde das 11 partidas realizadas, venceu 10, foi às semi-finais diante do Fortaleza de Curitiba. O XV de Novembro, na fase de classificação houvera vencido ao Fortaleza por 8 x 2 no Atuba. Na semi-final, jogando no Jardim Gabineto, perdeu a sequência, após ser hostilizado violentamente pela torcida adversária, inclusive com fogo de artifício atirados para dentro do campo. A derrota de 3 x 1, exigia que o XV de Novembro vencesse a partida de volta por qualquer placar para ir a uma prorrogação. Vitória no tempo normal e empate na prorrogação levaram a decisão às penalidades máximas. O XV acabou derrotado e ficou fora da final, terminando a competição com a melhor campanha, maior número de vitórias, maior número de pontos, mas sem título. O Uberlândia EC de Curitiba, acabou sendo o campeão.

 

 

XV de Novembro 2010 - nas vitórias, mas também nas dificuldades.
Num ano difícil, um grupo valoroso e determinado, honrou a camisa e não deixou o time cair
 
 

Neste período também, o clube manteve uma incrível invencibilidade de 27 meses sem derrota no Estádio do Atuba, a CASA DO XV, enfretando adversários em certames pela Liga(2007/2008/2009), Copa Paraná(2008/2009) e Copa Folha de Tamandaré(2008/2009)  e quase teve o constrangimento de ser rebaixado em 2010, para a segunda divisão do futebol de Colombo.

 

Em 2010, o clube fez uma fantástica campanha na Copa Integração de Juniores, e embora tenha saído invicto da competição, perdeu a vaga nas finais num golpe de caneta do presidente da APE, que retirou pontos do XV de Novembro, de um jogo que estava empatado em 1 x 1 até os 43 minutos do segundo tempo e que não terminou, porque a comissão técnica do XV de Novembro queria a expulsão de um atleta do Uberlândia de Curitiba, que agredira a atleta alvi negro à frente do árbitro. O árbitro encerrou a partida e a APE, deu os pontos ao Uberlândia. O jogo era semi-final da competição


Com o afastamento do presidente Raimundo(Catinha) Francisco em 2009, e também o Vice Presidente Gabriel Pereira, coube o comando da associação a Celso Cordeiro, Presidente do Superior Conselho Deliberativo, que assumindo todas as dificuldades, reorganizou a diretoria e buscou na amizade, jogadores para formar um plantel digno. Muitos foram os percalços, e no campo de jogo, em 2010 o XV de Novembro após ter cumprido na Série Ouro, a pior campanha de sua história com uma incrível sequência negativa de sete(7) jogos sem vitória, ficou nas últimas rodadas, com mais de 95% de possibilidades de ser rebaixado à Série Prata, a segunda divisão do futebol colombense. Mas no sprint final, num trabalho de fôlego, dedicação, determinação e arrojo de todos os dirigentes e do grupo de valorosos jogadores, o clube conseguiu escapar de um quase certeiro rebaixamento, nos últimos instantes do encerramento da fase de classificação.
 
2011, CONTRA TUDO E CONTRA TODOS
 
Parecia que 2010 jamais se repetiria na história do XV. Ledo engano.O recorde negativo de sete(7) jogos sem vitória foi incrivelmente quebrado em 2011,com oito(8) jogos sem vitória. Apesar de ter montado um grupo qualificado, vários desencontros e erros brutais na escolha de pessoas, infiltração de outras alheias aos interesses do clube, descompromissadas e desprovidas de bons costumes, levaram o time a uma situação quase desesperadora no certame. Faltando duas rodadas para o final da fase de classificação, o XV de Novembro, novamente tinha a corda no pescoço e precisaria de duas vitórias para se safar de um rebaixamento para a Série Prata. Qualquer tropeço seria fatal. Tinha novamente, mais de 90% de chances de cair. 
 
Sentiu-se que todos os adversários desejavam a queda do tradicional alvi negro. Numa partida noturna diante do Colombense, estádio lotado, presença de todos os dirigentes adversários de primeira e segunda divisões, torcendo contra o XV de Novembro. E a vitória que não vinha a oito(8) jogos, finalmente sorriu. Espetacular vitória de 2 x1. Seria necessário então, mais uma vitória. E ela veio num jogo apoteótico contra o Imperial, na casa deste, por 3 x 2, depois da partida ter sido suspensa, remarcada, liminares, cassação, remarcação, protestos e finalmente vencida pelo XV.
 
Contra tudo e contra todos e para a decepção de muitos, o XV de Novembro que cairia acaso não vencesse as duas (2) as partidas que restavam, acabou sendo beneficiado pelo tropeço de outros adversários e de quebra se classificou para a fase de quartas de final, terminando a competição num frustrante 8º lugar, mas feliz por ter vencido uma de suas maiores batalhas. 

2012 - COPA INTEGRAÇÃO MAIS UMA VEZ FOGE DO XV
(logo maiores detalhes)